Fazendo a mudança! Do AutoCAD para o DraftSight, tudo que você precisa saber.

Tire todas as suas dúvidas, tenha mais confiança e conheça a possibilidade de pagar um preço justo pelo seu software CAD.
Artigo criado por: Rafael Cardoso

Durante meus 10 anos de experiência na indústria de CAD, eu já listei o benefício de diversos tipos de softwares CAD para diferentes tipos de usuário. E uma preocupação constante é a questão de configurações, migrar arquivos, e compatibilidade entre diversas ferramentas. Então esse artigo tem como proposta tirar todas as suas dúvidas, te dar mais confiança e dar a você a possibilidade de pagar um preço justo pelo seu software CAD, não apenas o nome de uma marca.

Uma das primeiras preocupações dos usuários de CAD é em relação ao formato. Bom, posso garantir que o DraftSight consegue salvar em qualquer formato DWG que já foi criado pela Autodesk, desde o mais atual lançado em 2012 até o formato R12, uma das primeiras versões do AutoCAD, quando ele ainda era uma ferramenta quase experimental.

Além disso, os "Object Snaps", que tanto gostamos no AutoCAD, podem ser encontrados facilmente no DraftSight. inclusive da mesma maneira, Basta digitar "OS" na linha de comando, da mesma maneira que faríamos no AutoCAD, para acessar esta tela, onde você pode configurar seus SNAPS normalmente.

Ao abrir um arquivo nativo do AutoCAD, o DraftSight consegue ler e criar as layers do arquivo em sua tabela de layers sem o menor problema. O editor de layers permite que você utilize suas layers já configuradas no AutoCAD diretamente no DraftSight simplesmente abrindo o arquivo. Fora isso, o editor de Layer é bastante familiar e vocês vão encontrar aqui todas as opções as quais já estão familiarizados. Além disso, você pode definir que um tipo de objeto automaticamente seja vinculado a uma layer específica. Isso é algo que no AutoCAD não é possível fazer e acaba te consumindo bastante tempo.

Outro ponto é que a configuração de impressão também é bem similar, te permitindo utilizar seus templates de impressão já configurados no AutoCAD. Basta carregar o arquivo com configuração de impressão feita do AutoCAD que o DraftSight irá ler ele de forma nativa.

Uma outra preocupação frequente que temos em relação ao DraftSight é se ele é capaz de ler os blocos dinâmicos e atributos de blocos nativos CAD. Bom, fiz questão de construir esse bloco de legenda no AutoCAD para demonstrar para vocês como o DraftSight se comporta lendo essas informações. Vejam o resultado abaixo.

Como vocês puderam ver, ele lê perfeitamente os blocos, os atributos e todas as configurações que eu fiz. Eu particularmente acho o editor de atributos do DraftSight mais prático, porque ele junta todas as informações do atributo em um único lugar e eu acabo ganhando tempo na hora de editar meus blocos.

Por último, uma dúvida que temos com alguma frequência é relacionada a utilização de LISP's do AutoCAD. Bom, a linguagem de programação de LISP do DraftSight é exatamente a mesma. Então nesse caso, vou pegar emprestado o exemplo da minha colega Lynn Allen, para demonstrar para vocês o resultado. Inclusive se quiserem ler o post completo que ela fez sobre LISP's de AutoCAD no Draftsight basta clicar no link Draftsight for AutoCAD Managers.

O que ela fez nesse caso foi basicamente mapear uma LISP de AutoCAD para rodar assim que o DraftSight abrir. Resultado: 100% compatibilidade! Então fique bem tranquilo se você é um usuário com muitas LISPS's e está receoso delas não funcionarem.

Por fim, não tome minha palavra como garantia, por favor faça o download da versão trial do DraftSight de forma gratuita. Se você ainda tiver qualquer dúvida ou receio de fazer a mudança após este post, por favor entre em contato conosco para o ajudarmos a sanar suas dúvidas e preocupações com respeito ao DraftSight.

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